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domingo, 24 de maio de 2015

PAIXÃO OCULTA



Paixão Oculta -

 Mia Frazier aceitou o que seu pai lhe pediu: casar-se com Alexander Doumas, um milionário grego. Os dois homens esperavam conseguir com esse trato o que desejavam: Alexander recuperar a ilha de sua família que teve que ser vendida aos Frazier nos tempos difíceis, enquanto o pai de Mia queria assegurar-se um herdeiro.

Mas, quais eram os motivos de Mia?
A jovem achava que o melhor seria guardar para si a verdadeira ra-zão, ainda que não contava que isso ia resultar-lhe tão difícil. Não sabia que compartilhar a cama com esse homem ia acordar essa intensa paixão entre eles...

sábado, 23 de maio de 2015

SÉRIE MUNDO UNIDOS


Coração Solitário

Série Mundos Unidos


O início de uma longa jornada... juntos?


Josie ficou emocionada quando seus irmãos lhe presentearam com uma viagem de férias. Só que o lugar não era bem o resort cinco estrelas que ela estava esperando, e sim uma cabana rústica no meio do nada.
Apesar da bela paisagem, a única pessoa por perto era Kent Black. Depois de uma tragédia familiar, Kent havia se isolado do mundo.
Ao conhecê-lo, Josie não só fica curiosa, como também se sente atraída por ele. Agora, tudo o que mais deseja é destruir as barreiras em torno de seu coração solitário...


Capítulo Um


— Olá?
Josie Peterson inclinou-se e chamou pela janela que estava entreaberta antes de bater à porta novamente. Nenhum movimento. Nenhum som. Nada. Mordiscando o lábio inferior, recuou um passo e observou a frente da casa de campo... revestida com tábuas pintadas de branco. Uma cortina de algodão na cor cinza estava pendurada nas janelas. Cinza? Um suspiro escapou de seus lábios. Estava cansada de cinza.
Josie queria algo adornado com franjas. E colorido. Queria algo divertido e extravagante. Josie meneou a cabeça, afastou-se da entrada da casa e se concentrou na paisagem ao seu redor. O chão estava varrido, a grama, aparada, mas não tinha um único canteiro para suavizar a uniformidade. Nem mesmo um vaso de planta.
No momento, Josie mataria pela visão de uma única e alegre gérbera, quanto mais uma fila inteira delas. Seis cabanas de madeira se estendiam no final da ladeira, longe da casa de campo. Nada se movia. Sem sinais de habitação para cumprimentá-la. Sem carros, sem toalhas estendidas nas varandas. Sem pessoas.
Divertido e extravagante não eram as primeiras descrições que vinham à sua mente. Contudo, a grama ao redor das cabanas era verde e curta. Alguém havia assumido a responsabilidade de manter tudo em ordem Se ao menos pudesse encontrar essa pessoa. Ou pessoas. Rezou para ver pessoas.
A vista que se estendia diante de seus olhos era uma gloriosa colcha de retalhos de gramas douradas, árvores robustas e um vislumbre de um rio prateado, banhado pela luz do pôr do sol. Josie precisou lutar contra o desejo absurdo de chorar.
O que Marty e Frank estiveram pensando? Você é quem disse que queria alguma paz e tranquilidade, ela se lembrou, sentando-se no topo das escadas e segurando o rosto entre as mãos. Sim, mas existia paz e tranquilidade e existia isso. Da varanda frontal da casa de campo, não havia outra habitação à vista.
Josie escondeu o rosto entre as mãos. Marty e Frank a conheciam bem o bastante para saber que não tinha se referido a esse tipo de paz, não conheciam? Ela afastou as mãos do rosto.
Não queria o tipo de paz e tranquilidade que colocava uma pessoa tão longe da civilização que não pudesse captar um sinal em seu celular.



Estrada Para o Amor

Série Mundos Unidos


Quinn Laverty só queria começar uma vida nova junto com seus filhos e do outro lado do país.


Seu ex-marido a abandonara, preferindo o dinheiro à família. Por isso, Quinn precisava mudar.
Apesar de pega de surpresa por uma greve nas companhias aéreas, ela não desistiria de seu plano e enfrentaria qualquer dificuldade para chegar ao seu destino.
Até mesmo pegar a estrada com Aidan Fairhall, um político em ascensão — e incrivelmente lindo.
Juntos nessa longa viagem, Aidan e Quinn irão embarcar em uma jornada que mudará seus rumos para sempre.




Capítulo Um


— Olá. — Quinn Laverty tentou mostrar um sorriso para o atendente do serviço ao cliente do outro lado do balcão. Ela ergueu a voz para ser ouvida em meio à multidão que se acotovelava. — Vim pegar o carro que eu reservei.
— Nome, por favor? Quinn informou os detalhes e tentou retirar o cartão de crédito de dentro da bolsa com uma das mãos. Chase dependurava-se na outra mão dela, com o peso de seu corpinho de criança de 6 anos de idade todo sob uma perna só, enquanto tentava se esticar o máximo que podia sobre o balcão com seu carrinho de brinquedo, fazendo os barulhos de “vrum vrum” necessários.
Ela o fez se endireitar e sorriu para o cliente ao lado, que fora “atropelado” pelo dito carro.
— Desculpe.
— Não tem problema. Ele sorriu de volta, e ela se descobriu sorrindo para ele. Que belo sorriso. Que sorriso muito belo. Na verdade... Quinn franziu o cenho. Ela o reconhecia vagamente de algum lugar. Olhou para ele novamente e então deu de ombros, voltando-se para o atendente.
Talvez fosse apenas porque ele era exatamente o modelo de filho que o pai dela sempre quisera: elegante, profissional e respeitável. Ela fez de tudo para não se importar com isso. Por falar em filhos... Ela olhou para a esquerda.
Robbie estava com as costas encostadas no balcão, olhando para cima, com uma expressão sonhadora. Quinn tentou canalizar um pouco da calma dele. Ela não esperava que fosse demorar tanto. Aliás, quando reservara o carro, um mês atrás, tampouco suspeitava de que fosse ocorrer uma greve nacional de aeroportos.
— Houve uma pequena mudança no modelo do carro que a senhora reservou. Ela voltou a atenção para o atendente.
— Que tipo de mudança? — Ai! — Chase puxou a mão que a mãe segurava e olhou para ela. — Desculpe, querido. — Ela acariciou a cabeça dele e sorriu, mesmo sentindo um aperto no peito. Então voltou a olhar para o atendente. — Que tipo de mudança?
— Não temos mais disponível o modelo que a senhora solicitou. Mas ela o havia reservado especialmente, há um mês! A comoção no escritório da agência de carros não diminuiu. Ela sentiu a frustração do vizinho crescer.
— Tenho que ir embora de Perth hoje! — Ele não gritou, mas pronunciou cada palavra nítida e enfaticamente.

domingo, 17 de maio de 2015

UM GREO PODEROSO



Um grego poderoso

Sarah Morgan   Temática: Mal-entendidos
Teria de enfrentar o seu orgulhoso marido… O lindíssimo multimilionário Leandro Demetrios tirou a pouco sofisticada Millie da sua quinta e levou-a para um mundo de glamour. De braço dado com ele e coberta de diamantes, Millie pensava que nada podia afectá-los. Mas ia ter de enfrentar a mais obscura e terrível traição: a sua irmã dizia estar à espera de um filho de Leandro. De modo que Millie fugiu, desolada. Os vestidos de marca nunca tinham conseguido esconder como era pouco elegante e cosmopolita. Agora, no entanto, o importante Leandro exige que a sua esposa volte para casa… e embora se envergonhe de o reconhecer, ela está desejosa de o fazer.

domingo, 10 de maio de 2015

O ÚLTIMO VERÃO


O último verão
Alison Fraser


Riona Macleod era uma jovem órfã que lutava por escapar em uma terra inóspita, Cameron Adams era o herdeiro do latifundiário local e o novo dono das terras que ela trabalhava. Riona representava a naturalidade e a força da terra.
Cameron, a vida refinada e o luxo, Não tinham nada em comum... Nada exceto essa atração irresistível que empurrava um para o outro.



CAPÍTULO 1


—É meu? —foram suas primeiras palavras quando os dois se encontraram fora da loja do povoado. Riona se deteve presa a suas lembranças. Já tinha passado mais de um ano e tinha perdido a esperança de vê-lo de novo. Não estava pronta para isso e murmurou «o que?», como resposta.
—O filho que tivestes, é meu? —repetiu ele com frieza.
Não foi um «me alegro de voltar a ver-te», nem um «como está», mas sim foi direto ao assunto; assim era Cameron Adams.
—Não, não o é —l he respondeu. Foi uma surpresa que ele acrescentasse:
—Estás segura?
Ela assentiu. Ficou um momento mais se olhando um ao outro, recordando... Então Riona se voltou para afastar-se e ele lhe impediu a passagem.
—Nesse caso... —seus lábios mostraram desdém— Acredito que Fergus Ross é o homem afortunado.
—Pode acreditar no que quiser — Lhe respondeu Riona e o empurrou para passar. Ele a deixou ir e ela apressou o passo, voltando uma ou duas vezes para comprovar que não a seguia. Ele permaneceu fora da loja, observando sua retirada. Provavelmente pensava que fugia dele, e, tinha razão.
Estava sem fôlego quando chegou à casa do doutor Macnab e tocou a campainha com certa urgência.
— Ele voltou doutor — ofegou quando ele abriu— Acabo de encontrá-lo na loja e já ouviu falar de Rory. Tenho que ir...
—Calma garota — lhe aconselhou o doutor Macnab e a conduziu para o interior—. Refere-se a Cameron Adams?
Ela assentiu antes de pegar nos braços o menino que estava sentado no tapete e que lhe correspondeu com um bonito sorriso desdentado.
—Cameron sabe do menino — o doutor Macnab não parecia tão perturbado como ela —. Então veio aqui para te ajudar. Estava seguro de que o faria. Se me tivesse permitido lhe escrever...
—Não, doutor. Não sei por que veio, mas não é para me ajudar. Mas parece bem assustado com a responsabilidade que pode vir a ter.
—Ah, Riona! —o ancião médico suspirou—. Não posso acreditar nisso; é verdade que se aproveitou de ti, mas não é um mau homem. Agora sabe que é o pai de Rory...
—Mas não sabe — assentou Riona antes que o doutor se deixasse levar pelo otimismo.
—Mas dissestes...
—Alguém lhe contou que tive um filho — lhe explicou Riona—. Ele queria saber se era dele e lhe disse que não.
—O que? — o ancião estava impressionado.
—Disse-lhe o que queria ouvir, doutor — se justificou Riona—. Não me desmentirá, verdade?
—Sabe que não posso —como doutor, não podia trair uma confidência, embora quisesse—, mas, menina, não escaparás disso. Ele só tem que ver Rory...
Riona franziu o cenho diante da menção da semelhança entre o menino e seu pai.
—Assegurar-me-ei de que não o faça — apertou a mandíbula com determinação enquanto vestia o bebê com sua roupa de sair e o colocava na cadeirinha. O doutor Macnab a deteve para lhe dizer:
—Vamos, menina, eu te levo.
Ela aceitou o oferecimento, porque tinha que retornar a sua granja e não queria arriscar-se a um encontro com Cameron Adams.
Infelizmente, o doutor aproveitou o trajeto para tratar de persuadi-la de que dissesse a verdade ao estadunidense. Escutou-o com cortesia e ao despedir-se, aceitou pensar, embora sabia que não o faria. Fazia um ano, Cameron Adams tinha retornado a Boston sem despedir-se nem vê-la. Deixou-a grávida e com a alma quebrada. Com o tempo, seu coração se endureceu e agora centrava sua vida em seu filho. Não necessitavam ajuda do pai.

CORRIDA PARA O AMOR



Corrida Para o Amor
Alison Fraser



Segundo Whit Delaney, a senhorita Kipling tinha duas opções: denunciar na junta da universidade que o distinto professor Delaney tinha tentado seduzi-la, ou manter a boca fechada e seguir como se nada tivesse acontecido, com seus estudos e sua carreira de atletismo...
Parecia simples. Mas, por alguma razão, a jovem não parecia disposta a fazer nenhuma das duas coisas...




Capítulo 1

— Espere para vê-lo. Vai cair de costas!
Era o primeiro comentário que Kip ouvia sobre Whit Delaney. Duas garotas que estavam a sua frente estavam falando dele. Kip não as conhecia. Só seus nomes: Foi Lauren quem fez o comentário e Stacey quem ria.
—Está de brincadeira! —disse Stacey— É impossível que o filho do professor Delaney seja bonito.
—Acredite, ele é — insistiu Lauren — Pergunta a qualquer uma.
Stacey procurou alguém para perguntar, mas a sala de aula estava quase vazia. Kip era a pessoa que estava mais perto das duas.
—Vamos perguntar para a inglesa.
Kip desviou o olhar: sabia o que ia acontecer. Por alguma razão, algumas garotas desfrutavam fazendo a sua vida impossível.
—Viu o novo professor de literatura? —perguntou Lauren.
—Não — respondeu Kip — O que aconteceu com o professor Delaney?
— Em que mundo você vive?
—Já sei — exclamou Stacey — No planeta Reebok!
Ambas riram da piada. Kip não entendeu porque nunca via televisão, mas supunha que estavam implicando por ela dedicar-se ao atletismo.
—O professor Delaney teve um ataque cardíaco — informou Lauren com ar de superioridade.
—Sério? —os olhos verdes de Kip se entristeceram. Gostava do velho professor— E ele está bem?
Lauren deu de ombros. Kip e o estado de saúde do professor passaram rapidamente ao segundo plano quando Whit Delaney entrou pela porta. Kip não deu importância. Não tinha muitos amigos em sua nova universidade. Radford era uma pequena instituição do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.
Levantou o olhar por curiosidade e, tal e como Stacey tinha afirmado o filho do professor Delaney era o homem mais atraente que já tinha visto. Ultrapassava um metro e oitenta de estatura, cabelos castanhos claro e um rosto que parecia ter sido esculpido em granito e logo curtido pelo sol e a chuva. Era difícil acertar sua idade: podia ter tanto trinta como cinqüenta anos. Mas foram seus olhos, de um azul elétrico, que atraíram a atenção de Kip. Tinha a impressão de já tê-los visto antes.
—Meu nome é Whitman Delaney. Meus amigos me chamam Whit e vocês devem me chamar professor Delaney... A menos que resultem ser o Shakespeare de nossos dias, em cujo caso podem me chamar “O Gracioso”.
Houve um silêncio antes que a classe se atrevesse a rir, exceto Kip: não gostava de gente que fazia piadinhas.
—Muito bem, as redações — tomou uma pasta cheia de papéis — Vou chamando em voz alta, levantem e peguem suas obras magistrais.
Começou a chamar um a um e lhes fazia os comentários pertinentes. Parecia que o professor Delaney filho tomava o critério de notas mais a sério que seu pai. Por sorte para Kip, havia outros quinze estudantes no grupo e o professor não se deu conta de que faltava sua redação. De fato, esperava passar completamente despercebida em classe, como de costume. Houve algumas vezes que suas esperanças se viram quase frustradas ao sentir que o professor ficava olhando alguns segundos, mas ele continuava com a lição e Kip podia relaxar e entregar-se ao que normalmente estava acostumada a fazer durante as classes: sonhar acordada.
Estavam discutindo o tema da traição na literatura e Kip fazia tempo que estava dispersa.
—Kipling Wilson? —voltou a perguntar o professor ao não ter obtido resposta a primeira vez— Possivelmente queira identificar-se?
O equívoco provocou as risadas de seus companheiros. Kip levantou uma mão apenas visível, pensando intimamente que definitivamente aquele professor não gostava de nada.
—Sinto muito. Feminino e não masculino.
—Como sabe? —cochichou Lauren com a Stacey em tom perfeitamente audível, lhe dirigindo um olhar malicioso.
A Kip passou despercebido o comentário, mas sabia por que o diziam. As americanas levavam seus longos cabelos loiros soltos e frisados e sempre iam perfeitamente penteadas. Ela, entretanto, era morena e levava os cabelos curto como um menino. Mas seu rosto era o de uma mulher, sem lugar a dúvidas, com enormes olhos amendoados e lábios bem delineados.
—Ah, a corredora—sorriu Whit Delaney— Assim não necessitou de reboque.
Então, Kip lembrou. Por isso seus olhos lhe resultavam familiares. Tinha-o visto alguns dias atrás enquanto corria. Às sete da manhã daquele dia a névoa era tão intensa que não se via nada e, estando na penúltima volta antes de ir para a aula, chocou-se com um objeto sólido, parado no meio da pista, que tinha passado despercebido.
—Mas que dem...? — o objeto sólido também foi pego despreparado, mas conseguiu manter o equilíbrio. Kip não queria levantar-se até estar segura de não ter nada quebrado ou deslocado nada — Está bem? — uns olhos de um azul intenso se aproximaram sorridentes, mas ela o olhava com uma expressão acusadora - Foi você quem se chocou contra mim.
—Você estava parado no meio da pista!
—Certo. Não esperava encontrar ninguém fazendo cooper a estas horas da manhã.
—Eu não faço Cooper, eu corro.
—Certo, corrijo o que disse.
—Esta pista pertence à universidade do Radford — seguia zangada.
—Já sei — o olhou desconfiada. Em Radford havia alguns quantos alunos madrugadores, mas nunca viu aquele homem— Sou novo.
—Em que faculdade?
—Dou literatura inglesa do século XVI ao XIX — sorriu — E você?
Não respondeu. A conversa já tinha durado mais do que o necessário. Rechaçou a mão que ele estendeu e levantou dolorida.
—Possivelmente deveríamos correr juntos para evitar mais colisões — ele sugeriu.
—Eu gosto de correr sozinha.
—Pois deve se dar mal quando compete. Ou vai tão a diante do resto que nem sequer os vê?

Rumo a paixão





Alice havia embarcado naquele cruzeiro, em busca de um grande amor.
O destino a fez conhecer dois homens.
Quais as surpresas que essa viagem reserva para essa sonhadora mulher?


Capitulo I

Ela não era apenas bela. Exibia também o olhar mais profundo que ele já tinha visto. Estava encostada à balaustrada do barco, com um livro de capa cor de rosa nas mãos, e olhava para longe.                                    
Guilherme estava a observando de longe, sem ser visto.
Havia embarcado nesse dia, há apenas duas horas. Era uma manhã de Primavera, lindíssima, luminosa. Guilherme, carregado com as suas malas, apressado, tinha entrado no cruzeiro esbaforido, correndo, com medo de perdê-lo. E ao chegar ao cais, ao longe, vê-a: a ela, de uma beleza primaveril, a figura da mulher que só nos sonhos existe. Ela acenava a um conjunto de mocinhas que se despediam dela.
Com um vestido comprido, azul claro, o cabelo louro ao vento, os olhos de um verde profundo. Automaticamente, Guilherme sentiu-se ficar fixado, parado, sem poder olhar para nada mais senão para aquele rosto, colando os olhos e o seu pensamento ao daquela figura.
 E agora, duas horas depois de terem partido, já em pleno mar, enquanto o vento passava pelos tripulantes daquele barco, saído de Lisboa e com destino à Grécia, ele estranhava, ao olhá-la, como uma mulher tão bela poderia ir sozinha.
Ainda mais numa viagem romântica como aquela, em que geralmente os casais se juntavam para desfrutarem o amor, para partilharem o sonho em conjunto. Quem seria ela? Porque iria sozinha? Seria mulher de algum oficial do barco? De alguém da tripulação? Guilherme ia pensando em tudo isto. Depois na sua cabeça formou-se a idéia de que ela era passageira do barco, e numa das paragens do cruzeiro o seu namorado ou noivo ou marido apareceria.
"De certeza... Tão bonita!... tão bonita!... Não pode estar sozinha”. Pensava isto, mas desejava o contrário. Mas sentia-se louco! Guilherme apenas chegava a uma conclusão: não deixava de pensar nela, em quem seria, e que o seu destino estaria inevitavelmente unido. “Estou doido, é uma estranha, é uma mulher que acabo de ver!...”.
A paixão e a doença são irmãs gêmeas: atacam o ser humano de uma maneira brutal. Quem pode defender-se delas? Mas enquanto a paixão tem cura, o amor, esse, só pode ser sarado ficando-se completamente doente. Só caindo na paixão alguém pode curar-se do amor. O vento batia nos seus cabelos. Era uma manhã maravilhosa. Guilherme, comovido e com a cabeça a ferver com estes pensamentos quentes e vivos, sentou-se numa cadeira no convés.
O vento passava deliciosamente pelas coisas. Ela continuava à sua frente. Os seus olhos não se haviam ainda cruzado. Ele não sabia o que iria sentir quando se olhassem, quando os seus olhos chocassem um no outro.
Mas preferia ficar assim a observá-la, à espera desse momento.
O vento fez-se sentir com mais força. O chapéu dela voou para o convés. Ele nem acreditava!

TUDO SOBRE OS HOMENS





A repórter Tara Butler estava encantada com o encargo da revista Real Men: atualizar o artigo escrito em 1949. “Quarenta e nove coisas que precisa saber sobre um homem de verdade” Era uma ocasião para descobrir como os tempos tinham mudado e talvez, apenas talvez, para conhecer um homem de verdade. Mas quando se viu trabalhando junto ao escritor Chase Montgomery, um homem sem uma só das qualidades que anunciava a revista, Tara começou a se perguntar se sua lista estaria equivocada.



Capítulo 01

É difícil encontrar o homem de verdade. Ainda não encontrou o seu? Não se desespere. Vale a pena esperá-lo. O reconhecerá por seu aspecto elegante e cortês, sua atitude resolvida e sua confiança em si mesmo. Acreditem em mim, há um homem de verdade para cada uma de vocês esperando na esquina.
Das 49 qualidades do homem de verdade. Revista Homens, Abril, 1949

— Devo estar olhando na esquina errada — murmurou Tara.
Sentada no tapete azul celeste do escritório de Charlene, folheava a revista que tinha diante de si. Era o número de 1949 da revista Homens, o primeiro número cuidadosamente protegido em sua capa de plástico. O artigo que estava lendo se titulava “As 49 qualidades do homem de verdade”. O título estava escrito em grandes letras na parte esquerda da página. No lado direito se via uma fotografia em preto e branco de uma moça olhando para um homem também jovem vestido com terno. A garota tinha olhos grandes e sonhadores, o que não era de se estranhar por causa do quanto era bonito o rapaz que olhava.
— Ou é isso ou faz tempo que desapareceram com os novos planos de urbanização.
Charlene Mortimer-Phelps, ajudante editorial da revista, levantou seus olhos azuis e olhou para Tara.
— Como diz?
— Isto é o que diz o artigo: «Há um homem de verdade para cada uma de vocês esperando na esquina». Asseguro a você que eu não o encontrei, Charlene. Estive em muitas cidades e dei e virei em muitas esquinas, mas o único homem que estava me esperando era um assaltante.
— Não entendo...
— Não foi assim na realidade. Escuta. «É uma mulher que lhe custa decidir-se? Não se preocupe. A capacidade de tomar decisões é uma das qualidades do homem de verdade. Seja que se trate de decidir o que comer, o que usar ou aonde ir, seu homem de verdade não terá problemas para saber» — Tara baixou a revista depois de ler. — Bem, quando foi a última vez que se encontrou com um homem assim?
— Não lembro...
— Eu tampouco — disse Tara. — O único homem que conheci que poderia parecer assim é meu pai. Ele sim que era um homem de verdade: encantador, educado, distinto — suspirou. Seu pai tinha morrido fazia vários anos mas se lembrava muito dele. — Nunca conheci nenhum homem como o que descreve a revista que tenha menos de oitenta anos.
— Não? — disse Charlene. — Bom, estou segura de que o fará qualquer dia. E agora, estava lhe dizendo...
— Certamente não foi no sábado passado — se queixou Tara. — Você não vai acreditar nisso. Dennis parecia perfeito quando o conheci, mas não era. Não era encantador, nem educado, e menos ainda decidido. Levou-me de um restaurante a outro procurando o que tivesse o menu menor. Disse que se enjoava de ler todas aquelas longas listas de entradas.
— Certo, é fascinante.
Tara fez uma careta.
— Nada disso. Ir de um restaurante a outro pedindo o menu para vê-lo e devolvendo-o ao maître dizendo simplesmente que não servia, não é minha idéia de encontro perfeito. Além disso, estava faminta.
— Faminta?
— Morta de fome, sim — acrescentou Tara com um movimento de cabeça. — E sabe onde terminamos jantando? Em uma pizzaria porque Dennis finalmente lembrou que só gosta de um único tipo de pizza — disse Tara tamborilando com o dedo sobre a foto do homem na revista. — Este homem não parece o tipo que levaria uma mulher para jantar em uma pizzaria em seu primeiro encontro. Faria algo mais romântico... com velas, e vinho... — suspirou porque em seu encontro não tinha havido nada disso. — Dennis queria que pagássemos a conta meio a meio. Com certeza o homem da foto não faria algo assim.
— Com certeza não, querida — disse Charlene levantando as sobrancelhas. — Esse homem deve ter setenta anos agora. Com certeza convidaria você para comer, embora não acredito que a convidasse para sair tendo em conta a diferença de idade — Charlene franziu o cenho.
Estava tão séria que Tara não sabia se aquilo era uma brincadeira. Então lembrou com quem estava falando e decidiu que não. Charlene era a ajudante editorial, um modelo de eficiência mas com pouco senso de humor.

NOVEMBRO EM CHAMAS



Ann Charlton

Novembro em Chamas


Emma Spencer havia tomado uma decisão e Matt Mackenzie não a faria mudar de ideia, mas lhe havia avisado que uma simples faísca podia causar um incêndio. Emma ia comprovar logo que aquele era um novembro especialmente quente... Em todos os sentidos.




Capítulo 01

Catástrofe, com sua rua principal cheia de lojas de aspecto Victoriano e seu parque central com flores maciças, era parecida com as cidades pelas as quais havia passado. Para a celebração do centenário, estava decorada com bandeirinhas de varias cores. A cor verde limão chamou a atenção de Emma, por ser pouco usada em uma zona como aquela, onde predominava as cores marrons e ocres, por causa da seca crônica que padecia. O calor parecia esmagar tudo, exceto um par de bandeirinhas que a escassa brisa que corria, fazia balançar de vez em quando. Enquanto observava a companhia deslocar-se de seus poeirentos carros ate o pub, Emma se perguntou se tinha chegado a uma cidade fantasma.
Do pub se ouvia vozes procedentes do restaurante ao lado, mas não tinha ninguém no balcão da recepção. Um ventilador movia o ar carregado, Emma deixou sua mala no chão e bateu na campainha que descobriu embaixo de umas cartas. Os demais seguiam entrando e acomodando as malas de viagem na entrada. Bernie puxou o ar e enrugou seu nariz de gourmet.
-Salsichas – disse com espanto – E se não me engano, filé queimado servido com um monte de batatas fritas e salada de tomate de uns horríveis frascos de plástico. Por Deus, Emma, uma coisa é que tenhamos que dormir aqui, mas temos que comer?
Emma maldisse sua voz potente de ator. Era sua imaginação ou a conversa tinha parado no restaurante?        
-Pequeno casebre! – disse Alison em um tom tão audível como de Bernie.
-Para mim parece muito agradável – Emma tentou animá-los no mesmo tempo que deslizava seu olhar por espantosas plantas de plástico. Levou um dedo aos lábios e assinalou rumo à porta aberta, mas os demais não se deram por vencidos. Alison lançou uma nuvem de fumaça à coleção de quadros que cobriam as paredes. Todos eles usavam uma etiqueta com o preço marcado e em cima tinha um cartaz anunciando que estava a venda.
-“Arte á venda de J.Clements”. Arte á venda? Clements merecia que lhe dessem um tiro por chamar isso de arte – alfinetou Alison.
Reg se uniu a Bernie e Alison em seus ácidos comentários. Estavam alterados depois de três semanas viajando por estradas secundarias, atuando em teatros semi-vazios e dormindo em motéis e pubs. A compania estava procurando qualquer desculpa para romper o contrato e a deixar a passeio. Emma selecionou uma carta para colocar em dia sua melhor amiga.
Querida Ami, começou mentalmente, calor, poeira e moscas. A semana passada uma roda furada e o pára-brisa quebrado. Ontem atropelei um canguru, hoje pode ser que fique sem atores, oxalá estivesse aqui.
Ao ver que ninguém vinha atender, passou ao bar. Sete homens se calaram em quanto a viram entrar. Sete pares de olhos a seguiram, Emma era mais alta que a média, mais sensual do que gostaria, usava o cabelo recolhido em uma longa trança loira que chamava atenção. Um crítico de teatro a tinha descrito em uma ocasião como: a sensual senhorita Spencer de olhos cinza... Estava acostumada que a olhassem, mas a intensidade com a que observavam nesse momento a fez perguntar se tinha algum botão da camisa desabotoado. Através da porta, chegou a voz de Bernie com perfeita nitidez.

O AMARGO PREÇO DO AMOR



O Amargo Preço do Amor
Amanda Browning

Segundo Hunter Jamieson, tudo nesta vida tem seu preço. O duro comentário resumia perfeitamente o dilema em que se encontrava Reba, que tinha que pagar o amargo preço de negar seu amor para salvar a vida de sua mãe. Pareceu-lhe que o modo mais fácil de conseguir isso, seria conseguindo que Hunter a odiasse, que acreditasse que se casaria apenas com um homem rico.
Entretanto, com esta estratégia, Reba conseguiu apenas empurrar Hunter a procurar sua vingança: oferecer-lhe o dinheiro que ela necessitava em troca de transformá-la em sua amante...


ENTRE O AMOR E O DESEJO



Entre o desejo e o amor -

Kathryn sabia que Joel Kendrick era o homem mais sexy que já tinha conhecido, embora também soubesse que não estava interessado em ter uma relação estável. Mas ela não fugia dos desafios, e quando Joel começou a flertar, devolveu a bola.Só que a inocente paquera dele se transformou em desejo verdadeiro, e a de Kathryn, em amor. Em sua apaixonada aventura, ela escondia seus sentimentos porque sabia que Joel não acreditava no amor. Por isso ficou assombrada quando de repente o solteiro de ouro pediu que se casasse com ele..

sábado, 9 de maio de 2015

ENTREGUES A PAIXÃO


Having Her Boss's Baby - Susan Mallery

LINK CONSERTADO



Quando Noelle Stevenson viu o resultado positivo em seu exame de gravidez, foi como se o chão tivesse sido retirado de debaixo de seus pés. O que poderia fazer? O pai de seu filho havia morrido em combate no Iraque. Aos dezenove anos, na faculdade e com um trabalho de meio expediente, Noelle mal conseguia chegar ao final do mês com algum dinheiro na carteira. Quando recebeu uma proposta de casamento de Devlin Hunter, irmão de seu falecido namorado, teria como recusar? Dev apenas queria o melhor para uma mulher em desamparo, mãe de seu sobrinho.Mas ele não previu que a bela noiva..

SÉRIE IRMÃOS PENDLETON



Série Irmãos Pendleton

1- Alguém como você

2- Dance with the devil - não publicado no Brasil

3- Uma Chance Para Amar

4- Brincando Com Fogo

5- For the Love of Sin - não publicado no Brasil


Alguém Como Você




Carly Pendleton não precisa de mais um homem superprotetor em sua vida…

Ela já tem sete irmãos. Por isso, quando começa a ser cortejada por seu velho amigo Russ Bradford, prefere resistir.
Ele pode ter todas as qualidades indispensáveis à perfeita fantasia feminina, mas sempre fora o anjo da guarda dela.

Ainda que Russ insista para que Carly se livre logo de sua inocência, ela não tem o menor motivo para abrir mão de uma independência duramente conquistada...
Muito menos se arriscar a ter o coração partido. Afinal, o passado de Russ o condena…Com uma fama de sedutor de causar inveja a Casanova, ele agora pensa em se acomodar com uma mulher linda, meiga e calorosa… em resumo, alguém como Carly!
Russ conseguirá conquistá-la?

Capítulo Um



– Ei, gata, você tem um belo balanço nesse quintal dos fundos.
Carly Pendleton parou de observar a mesa farta de aperitivos e desviou seus olhos na direção daquela conhecida e maliciosa voz masculina. Balançou a cabeça de forma censuradora.
– Você está dando um exemplo terrível para esses influenciáveis alunos do último ano, Russ. Os largos ombros subiram e desceram enquanto ele tocava uma balada no piano de cauda.
– O que posso dizer? – perguntou Russ inocentemente. – Em seis anos, você ganhou um belo traseiro. Ela lutou para conter um sorriso que provocava seus lábios e fracassou.
– Estou surpresa por você ter percebido isso, tendo Tina e Amanda. – Carly olhou para o alto, fingindo estar confusa. – Ou a mais recente foi Natalie?
– Você está me ofendendo – disse Russ. – Sabe que meu coração sempre foi seu.
– E imagino que tenha doado o resto do seu corpo para pesquisas. – Carly arqueou uma escura sobrancelha. – Pesquisas femininas.
– Bem – falou, passando as mãos pelo teclado num arpejo –, se você resolver que quer conduzir seu próprio estudo um dia... – Ele deixou o pensamento sedutoramente pendente entre eles.
Carly perdeu o fôlego. Em seguida, riu. Afinal, Russ não estava falando sério. Ela o viu pegar a taça de vinho e dar um gole.
– Sabe, nunca consegui entender como você consegue fazer essas mãos grandes e quadradas tocarem músicas tão lindas no piano. Simplesmente não parece possível. – Ela tocou um dos largos dedos dele.
– Anos de prática – disse depois que ela soltou sua mão.
– Minha mãe me obrigou. Aguentei muita gozação até conseguir trucidar alguns dos meus perseguidores.
– Nunca tinha imaginado isso – Carly sorriu. – Sou muito grata à sua mãe. Quem teria imaginado que o maior criador de bagres do condado de Beulah estaria tocando piano em ocasiões especiais no meu barco fluvial?
– Você devia ser grata a mim – corrigiu Russ. – Ganhei vários olhos roxos como resultado do meu treinamento musical. O mínimo que você poderia fazer seria me consolar. – Ele se esforçou para plantar uma expressão deplorável em seu rústico rosto. Carly balançou a cabeça.
Russell Bradford de fato não conseguia parecer digno de pena. Aos 30 anos, tinha 1,93m de altura e mais de 100kg distribuídos em músculos definidos por seu corpo bronzeado. Quando criança, tivera o cabelo vermelho-vivo. Os anos o tinham tingido de um castanho-avermelhado mais escuro.
Seu rosto escarpado e expressivo tinha a capacidade tanto de intimidar um oponente quanto de encantar sua mais recente conquista para levá-la para a cama. No entanto, ainda que fosse um chocante conquistador, Russ mantinha seu sensato coração muito protegido.


Uma Chance Para Amar

ROMANCE CONTEMPORÂNEO


Daniel Pendleton é incansável. O mais velho entre seis irmãos e uma irmã, ele foi forçado a amadurecer rápido depois da morte dos pais.


Agora, com todos crescidos, ele finalmente tem tempo para aproveitar a vida e fugir do papel do Pendleton responsável e confiável, ainda que temporariamente.
Daniel quer apenas uma mulher para acompanhá-lo nessa fantasia proibida: Sarah Kingston.
Mas ela tem certeza de que só causará problemas para um homem bom como ele. O lado sensato de Sarah diz para evitar o envolvimento. O lado sensual, porém, só quer se entregar à oferta de um caso apaixonado e inconsequente.
Depois de alguns beijos ardentes, ela não resiste. Daniel achava que levar Sarah para a cama seria o suficiente para satisfazer seu desejo e esquecê-la. Entretanto, ele não imaginou que se apaixonaria por uma mulher assombrada por segredos do passado…




Capítulo Um


— Não — disse Sara, suavizando a recusa com seu mais refinado sorriso. — Foi gentil da sua parte ter me convidado, mas realmente preciso conferir os aperitivos — Afastou-se, esperando não ter ofendido o cliente, mas algo na maneira como o homem a fitava a fez se sentir desconfortável.
Não deveria ter usado a lingerie vermelha naquela noite. Revirou os olhos, repreendendo-se em silêncio. Paranoia! O homem não era o Superman. Não podia ver que tipo de lingerie ela estava usando. Verificou as mesas bem-guarnecidas e decoradas com toalhas de linho. Sua chefe, Carly Bradford, não medira esforços para produzir uma grande festa de Natal a bordo do Matilda’s Dream, uma embarcação de sua propriedade, que alugava para festas e cruzeiros fluviais.
Agentes de viagens, representantes de empresas locais e os sete irmãos de Carly dançavam, comiam, riam e flertavam nos três deques decorados. Não sendo muito adepta de festividades, Sara implorara para ser dispensada, mas Carly era mais do que uma chefe, era uma amiga e parecia determinada a incluí-la em todos os eventos sociais da família.
— Está se especializando em conferir mesas de aperitivos — soou uma voz masculina grave atrás dela.
Sara ficou tensa. Daniel Pendleton, Desde que ela, sem querer, derramara sopa em seu colo, seis meses antes, ele fazia com que se sentisse tão desejável quanto uma borra de café. Daniel queimara as mãos em um incêndio no celeiro e Carly lhe pedira para ajudar a cuidar do irmão. Ele não lhe demonstrara a mínima gratidão. O relacionamento dos dois era, na melhor das hipóteses, civilizado. Respirou fundo e inalou a fragrância suave de sândalo e sabonete que ele exalava. Então, virou-se para encará-lo.
— Carly está ocupada mantendo os convidados entretidos. Só estou tentando ser útil.
— Pensei ter ouvido Carly dizer que queria que seu pessoal tirasse a noite de folga e se divertisse como convidados. — Gesticulando com a mão, apontou em direção a um garçom vestido de preto.
— Ela contratou uma agência de empregos temporários para fornecer garçons. — Os cantos da boca se ergueram em um sorriso.
— Você deveria estar se divertindo. — A fileira de dentes brancos desconcertou-a.
— Quer dançar? Perplexa com o convite, ela piscou, então sacudiu a cabeça em uma negativa de modo automático.
— Não. Eu...
— Por quê?
Sara olhou em seus olhos violeta, traço característico dos Pendleton, e não conseguiu pensar em uma resposta. Se um nome tivesse de ser colocado após a palavra masculino no dicionário, esse nome seria Daniel Pendleton. Tinha ombros largos, um abdômen plano e quadris estreitos, os quais se sobressaíam com perfeição naquele elegante terno azul-marinho. Os cabelos de um tom castanho-escuro possuíam um leve ondulado e as poucas rugas de expressão, na testa e ao redor dos olhos, acrescentavam um toque de maturidade a seu rosto bonito.




Brincando Com Fogo


Série Irmãos Pendleton




Ela despertava seus instintos mais primitivos.

Brick Pendleton não cansava de sentir a pele dela contra a dele, ou de ver seus olhos tornando-se negros de desejo.

Brick ficou atordoado quando Lisa Ransom fez amor como se fosse uma selvagem e depois o abandonou.
Ele sabia o que ela realmente desejava.
Importava-se com Lisa mais do que com qualquer outra mulher. Mesmo assim não conseguia manter suas promessas.
Lisa tentou esquecê-lo e ignorá-lo, mas Brick havia mexido com ela.
Dominando-a com as carícias de seus lábios e de suas mãos, deixando-a atordoada.
O poderoso especialista em demolições sabia bem como destruir as coisas, mas reconstruir a confiança de Lisa significava lutar contra seu passado e confessar seus medos. Poderia ele andar sobre fogo para ganhar o coração dela?

Capítulo Um

— É hora de sair de cima do muro, Brick.
A voz rouca de Lisa Ransom cruzou a mente de Brick Pendleton em algum nível do seu subconsciente. Vários instantes haviam se passado, mas seu corpo ainda latejava com as deliciosas sensações do êxtase que experimentara. A vida amorosa dos dois parecia ainda mais intensa do que o habitual.
Com persistência e cuidado, seduzira-a até ela jogar a toalha e inflamá-lo com suas mãos gentis.
O perfume inebriante de sua excitação lhe restringia a mente para Lisa e somente Lisa.
O suspiro suave de prazer que ela deixara escapar, quando a penetrou, quase o fez perder o controle, mas foram os sinais, internos e externos, de seu clímax, que o levaram ao delírio. Quando o puxou para si, cingiu-lhe os quadris com as coxas macias, a feminilidade úmida, os braços trêmulos e o rosto repleto de satisfação.
No momento, ele poderia se comparar aos prédios que demolia todos os dias.
Sentia-se gloriosamente devastado e amava cada minuto daquela sensação.
Estendeu a mão para alcançar a mulher responsável por seu atual estado de plenitude sensual e seus dedos tocaram-lhe o pé. Franziu a testa, seu senso de bem-estar mudando de repente. Ela parecia estar sentada na cama.
Sair de cima do muro.
— Pescar? — repetiu ele, afastando a mão e esfregando o rosto em um esforço para clarear a mente.
— Sim — confirmou Lisa em um tom de voz tenso que o fez sentir um frio na barriga. Brick tinha um desconfortável pressentimento sobre o que estava por vir. De modo relutante, sacudiu o torpor sexual e sentou-se na cama, também.
— E o que eu estava tentando dizer, antes de você... antes de nós... — Lisa exalou um suspiro frustrado. — Antes de acabarmos aqui. Tentei lhe dizer, mas você sempre conseguiu me distrair. Brick, eu quero um bebê.
A respiração dele alojou-se em algum lugar entre o coração e a garganta. Ele olhou para Lisa.
Os longos cabelos castanhos caíam-lhe pelos ombros, até a extremidade do lençol cor-de-rosa, que lhe cobria o torso até a altura dos seios.
Nos últimos seis meses, ele se esforçara para guardar na memória cada centímetro do 1,77m que compunha aquele delicioso corpo feminino, incluindo as partes escondidas sob aquele lençol de algodão. Sabia que Lisa possuía a figura de ampulheta de seus sonhos secretos, juntamente com uma abundância doce e sensual que sempre lhe proporcionava uma enorme satisfação.
Além do mais, ela não ficara nem um pouco intimidada com seu físico vigoroso. Brick, com mais de 1,92m de altura, estava acostumado ao fato de as mulheres se sentirem intimidadas com ele. Lisa, no entanto, ficara fascinada com seu tamanho, o que lhe propiciava um imenso prazer saciar seu fascínio.
Tocá-la lhe despertava os instintos sexuais mais primitivos, levando-o ao clímax. Explorar-lhe a personalidade... bem, isso soava meio meloso, mas ela o fazia rir. Gostava de fazê-la corar e sorrir. E, apesar de não saber explicar direito o porquê, gostava da maneira, um pouco estranha, de Lisa o fazer se sentir bem-vindo em sua casa. Temia que outros se aproveitassem dessa sua natureza amável, então era natural que sentisse necessidade de protegê-la.
Com exceção daquele assunto sobre bebê, que ela vinha insinuando nos últimos dois meses, Brick se sentia mais do que satisfeito com o relacionamento dos dois.
Estudou-lhe o rosto, notando que seus lábios macios pareciam túmidos pelos beijos que haviam trocado e que ela não estava sorrindo. Os olhos verdes, geralmente serenos, se encontravam enevoados, revelando uma leve tristeza. E ela apenas lhe dissera que queria um bebê. Uma sensação de mal-estar se instalou em seu peito.
— Um bebê? — Tinha esperanças de que se tratasse de uma fase passageira, pensou, estendendo a mão ao lado da cama para pegar uma réstia de antiácidos no bolso da calça jeans. — Você ainda tem muito tempo pela frente para ter um bebê.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

PAR PERFEITO





Rachel Martin manteve um segredo extraordinário por mais de dez anos: ela está apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão, Seth Valentine.

Após o casamento de seu irmão mais velho com o seu grande amor, Rachel finalmente está pronta para revelar seus sentimentos para Seth, e convencê-lo do que ela já sabe: que eles pertencem um ao outro.
Seth Valentine não pode negar que está atraído por Rachel Martin, mas ela tem sido como uma irmã para ele, então ele nunca pensou em ter um relacionamento com ela.
Afinal, ele não é o tipo de rapaz para se namorar, ele apenas vai quebrar seu coração, como o seu pai quebrou o de sua mãe.

Capítulo Um

Rachel Martin tomou mais um gole de sua taça, fechou os olhos e emitiu um leve gemido de satisfação. Champanhe é a bebida mais saborosa e fabulosa do mundo. E depois de consumir quatro taças desse líquido espumante delicioso nas últimas duas horas, ela se considerava uma bela de uma especialista. Aliás, decidiu, dando mais um gole, era algo tão maravilhoso que nunca beberia mais nada além de champanhe.
Ela soluçou alto, e a força do soluço foi tanta que a fez pular da cadeira. Ela levou a mão à boca e olhou ao redor. Felizmente, apenas alguns poucos convidados do casamento continuavam lá e, a não ser pelo Sr. Sampson — seu professor de matemática da oitava série — sentado na mesa ao lado, ninguém pareceu notar. Um segundo soluço sobreveio, ela então prendeu a respiração e começou a contar em silêncio. Quando a contagem chegou a trinta, baixou a mão e soltou o ar com todas as suas forças, levantando sua franja.
Em seguida, soluçou novamente. Ela bufou uma risada. O Sr. Sampson franziu a testa em desaprovação enquanto ajudava sua esposa a vestir o casaco para partir. Rachel sorriu, levantou a taça em direção a ele em um brinde silencioso e bebeu o resto do líquido de um gole só. Ele balançou a cabeça e apressou a Sra. Sampson para fora da sala de jantar.
Suspirando, sonhadora, Rachel colocou o cotovelo na mesa e apoiou o queixo na mão, enquanto observava seu irmão, Jack, e sua noiva dançando ao som da música lenta.
Eles eram os únicos na pista de dança, o que tornava ainda mais doce à visão dos dois com os corpos totalmente entrelaçados.
Jack e Kelsey eram, obviamente, loucos um pelo outro. Melhor ainda, Kelsey e Emma, a pequena filha de Jack já tinha estabelecido um forte vínculo. Quem teria pensado que seu irmão, um policial certinho de uma pequena cidade, iria encontrar o amor verdadeiro com uma autêntica menina rebelde da cidade grande?
Deus, isso era tão romântico.
Rachel serviu-se mais da bebida mais saborosa e fabulosa do mundo com a mão que estava livre, mas como sua cabeça parecia extraordinariamente pesada, não conseguiu erguê-la para beber. Apenas guiou a taça à boca e se inclinou para a frente até que pudesse sorver algum líquido.
Mas não era a única que tinha sido contagiada pelo clima de romance daquele dia. Horas antes, notou o irmão de Kelsey, Dillon, dançando com Nina Carlson, uma amiga sua do colegial. Eles devem ter decidido fazer algo para aplacar as faíscas que seus corpos lançaram no ar, porque pouco tempo depois Rachel os avistou entrando na camionete de Dillon.
Do jeito que agiram, como dois adolescentes escapulindo juntos, Rachel supôs que eles não gostariam que ninguém soubesse que estava bem... escapulindo juntos. Por mim, tudo bem, pensou Rachel. Ela sabia ser dis... Ela torceu o nariz e procurou a palavra certa. Ela sabia como ser...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

LIÇÃO DE SEDUÇÃO



Jamie Denton - Lição de Sedução
Título Original: Instruction In Seduction
(Lançado na antologia "How To Be A Wicked Woman")
Protagonistas: Jackson Hunt e Eden Matthew
Julia 1317


Ela era uma nulidade para seduzir os homens! Ele, o mais envolvente espécime masculino. Juntos, pareciam dinamite pura!

Eden Matthew é uma boa policial com uma péssima reputação… de ser uma nulidade entre os lençóis. O policial estressado Jackson Hunt tem uma excelente reputação… de ser um amante absolutamente lendário. Determinada a mudar completamente sua vida, Eden faz chantagem com Jackson para obrigá-lo a ensinar a ela tudo que é necessário para ser uma mulher perversa. Jack aceita o desafio e começa a dar boas lições de como ser uma policial temida e uma mulher sedutora. Tudo devia ser apenas uma experiência pedagógica, mas quando as aulas de sedução liberam em Eden uma faceta que nem ela sabia possuir, nenhum dos dois se descobre disposto a fracassar no exame final…

HARLEQUIN ABRIL





HERANÇA DE SEGREDOS – MAUREEN CHILD
Quando o pai adotivo de Sage Lassiter morre e deixa tudo para a enfermeira, Sage fica enfurecido. Acreditando que Colleen Falkner é uma interesseira, ele está disposto a fazer de tudo para expô-la… até mesmo seduzi-la.


HERANÇA DE SEDUÇÃO - KRISTI GOLD Hannah Armstrong descobriu que herdara uma fortuna. E com a ajuda do sedutor Logan Whitaker, tentará descobrir a verdade sobre seu pai. Mas essa proximidade revelará não só segredos, mas também uma paixão arrebatadora. 


STRIPPER -KELLI IRELAND

Eric Reeves, CEO de uma empresa de desenvolvimento imobiliário, está à beira do sucesso… ou da falência. Enquanto o triunfo não chega, Eric se sustenta na pele de Dalton Chase, o stripper mais requisitado do clube Beaux Hommes. Cass Jameson contrata Dalton para a despedida de solteira de sua melhor amiga, mas é ela quem fica animada.


A FILHA DO INIMIGO
Eliana Ferreira jamais conhecera um homem como Rafael. Poderoso, irresistível, implacável. Embora sua intuição a alertasse de que ele era levado por um desejo obscuro, não se sentia capaz de negar seu amor. Até conhecer as razões ocultas de Rafael…


SOMBRAS DO PASSADO
O milionário Raiden Kuroshiro conseguiu fugir de um passado trágico e jurou exigir sua herança. Entretanto, quando Scarlett Delacroix reaparece, percebe que seu plano pode ser ameaçado pelo desejo por uma mulher que o havia traído…


O PREÇO DA VINGANÇA

 Logo ao primeiro olhar, a princesa Jenan Aal Ghamdi se sentiu arrebatada pela presença do sheik Numair Al Aswad. Ao salvá-la de um casamento arranjado, ele tem uma surpresa: Jenan está grávida de seu herdeiro! Contudo, ele apenas pensa em consumar sua vingança e reclamar o trono ao qual tem direito. E Jenan é vital para o sucesso de seus planos…




DOCES ENCONTROS - CARA COLTER
VERÃO DO AMOR
Naquele verão, a viúva Kayla Jaffrey esperava voltar a ser a garota que se sentia capaz de conquistar o mundo. E quando reencontrou o homem que deixara uma cicatriz em seu coração, sabia que era obra do destino. O milionário David Blaze não pretendia voltar a Blossom Valley, mas ao ver Kayla, acredita ter conseguido uma chance de reescrever essa história de amor…






CORAÇÃO DA ALMA
Solteiro, cobiçado e dono de uma empresa de sucesso, Kiernan McAllister já foi capa de diversas revistas. Mas agora busca refúgio em sua luxuosa cabana nas montanhas. Após ter sido dispensada pelo ex, a jornalista Stacy Walker precisa de uma história bombástica para manter o emprego. Entretanto, depois de passar um tempo com Kiernan e seu adorável sobrinho, Stacy se preocupa cada vez menos coma carreira e mais em curar o coração de um homem tão controlado quanto dominador.


O ESCÂNDALO DO SHEIK – LUCY MONROE
O sheik Sayed se hospeda no exclusivo e suntuoso Hotel Chatsfield de Londres antes da última parada em seu roteiro pré-nupcial. Entretanto, quando o noivado é escandalosamente rompido, Sayed dirige o olhar para a atraente camareira! Liyah Amari havia aceitado o emprego somente com o intuito de descobrir a verdade sobre seu pai biológico. A busca termina em decepção e mágoas, deixando-a vulnerável aos desejos do sheik. E a única noite de paixão à qual se permitiu traz consequências que poderão abalar a honra de Sayed!

A LIÇÃO DE UM PLAYBOY – MELANIE MILBURNE
Lucca Chatsfeld tem um lema bem simples: sem aliança, sem compromisso. Idolatrado pelas mulheres, ele sabe muito bem o quanto seu poder de sedução é irresistível. Até viajar para a ilha de Preitalle e ser apresentado ao maior desafio de sua vida… Esbelta e polida, a princesa Charlotte não é afeita a dramas. A última pessoa que ela precisa interferindo em sua vida é um playboy irresponsável. Lottie fará de tudo para resistir à sedução de Lucca, mas falta muito pouco para arriscar sua reputação apenas por uma leve carícia…






CHARME & FEITIÇO
ENFEITIÇADA PELA PAIXÃO – ANNA CLEARY
Shari Lacey se rendera aos encantos do sedutor Luc Valentin. Ele achara que nunca mais a veria depois da noite que tiveram, mas a chegada de Shari a Paris significa que eles podem retomar as coisas de onde pararam – no quarto, entre os lençóis.


CHARME FATAL – JENNIFER HAYWARD Alexios Constantinou não desperdiçou a oportunidade de seduzir a bela Isabel Peters. Porém, ele descobriu que será o alvo da nova reportagem dessa jornalista e está determinado a manter seus segredos escondidos… custe o que custar.


PODER DE DOMINAR



CORPO & ALMA – KELLY HUNTER
Alexander Wentworth consegue tudo o que deseja. E mesmo que sua assistente insista em manter tudo o mais profissional possível, ele está determinado a seduzi-la e transformá-la em sua amante.


ALIANÇA DE SEDUÇÃO – MICHELLE SMART
Quando Nicolai Baranski descobriu que sua esposa Rosa o abandonara, ficou enfurecido. Ninguém abandona um Baranski. Agora ele está determinado a usar todo seu poder de sedução para tê-la de volta.
IMPÉRIO DA PAIXÃO - LUCY MONROE


Depois de ser difamada publicamente, Madison Archer precisa se casar com Viktor Beck para salvar o que restou de sua reputação. Ele achava que a conhecia, mas vai se surpreender ao descobrir que Maddie era muito mais inocente do que imaginava. R$10,50 Russos Impiedosos: A paixão corre no sangue!


MENTIRA INOCENTE - MAISEY YATES


Para poder adotar a filha de sua melhor amiga, Paige Harper tinha que fingir ser noiva de seu chefe, Dante Romani. Mas esse poderoso magnata só entrará no jogo se ela aceitar todas as suas sensuais exigências.

PODER & ATRAÇÃO


Na mesa de aposta do exclusivo clube Q Virtus, o bilionário Narciso Valentino está perto de destruir seu inimigo. Porém, basta um olhar na direção da hostess designada a suprir suas vontades, para fazê-lo adiar o tão desejado momento de glória… Poder & Atração – Maya Blake R$10,50 O Clube Secreto: Onde os ricos e poderosos apostam alto! Uma virgem na cova dos leões…



INÍCIO DA TRILOGIA! LIVRO 1 DE 3!

AMOR POSSESSIVO - LUCY MONROE


Quando a herdeira Romi Grayson experimenta o poder de sedução de Maxwell Black, sabe que precisa se afastar. Principalmente ao descobrir o quanto ele a deseja. Max acredita estar no controle de qualquer situação, mas Romi conseguiu encontrar um ponto fraco em suas defesas...






quarta-feira, 18 de março de 2015

MEU ANJO LOIRO


Meu Anjo Loiro - Nora Roberts






Meu anjo Loiro

Gabriel, em pinceladas precisas, põe na tela os traços perfeitos de Laura, a mulher que de repente invadira sua vida. Em um dado momento, para absorto e deixa que toda a sensualidade que sente por ela o invada. E, em fantasias, a tem nos braços, sedenta de amor. Gabriel a beija com sofreguidão e a acaricia numa intimidade crescente.
Dando-se conta de que aquelas fantasias não podem continuar, volta a se concentrar na pintura. Instantes depois, olha para Laura que o fita plácida, tranquila, as mãos sobre o ventre como se protegesse o filho que está para nascer. Um filho de outro homem, que Gabriel nem sabe quem é...

terça-feira, 17 de março de 2015

UMA CONVIDADA ESPECIAL


                            Barbara McCauley

                             

Um plano quase perfeito!
O príncipe Dylan de Penwyck não fazia questão nenhuma de parecer uma pessoa gentil e simples...
No entanto, ao salvar uma doce donzela em um acidente na estrada que levava ao palácio real, mostrou-se compietamente cuidadoso e preocupado!
Sentindo-se responsável por Emily, decidiu levá-la para o palácio...
Tudo estava andando conforme os planos de Emily: ela conseguira se infiltrar no palácio, conseguira conquistar a confiança de Dylan e, principalmente, conseguira o amor dele! Parecia perfeito... a não ser por uma pequena falha no plano: Dylan se mostrava cada vez mais carinhoso e romântico... e, por mais que Emily tentasse, ficava cada vez mais difícil ignorar toda aquela atenção!

QUARTETO NOIVAS



Quarteto de Noivas, de Nora Roberts. São quatro livros em que cada um conta a história de uma das amigas e sócias da empresa Votos, que cuida da organização de casamentos. Mac, Laurel, Parker e Emma são grandes amigas desde a infância, moram na mesma propriedade, são jovens e bem sucedidas em suas profissões (cada uma cuida de um ramo da Votos). O primeiro livro tem como personagem principal Mac, a fotógrafa de noivas que reencontra Carter, um antigo colega dos tempos de escola, por quem parece estar se apaixonando…


REINO DE CORDINA

 Reino de Cordina



Romance Real (Affaire Royale – 1986)

Mercadora de Ilusões (Command Performance – 1987)

O Príncipe Playboy (The Playboy Prince – 1987)

Noites de Tentação (Cordina’s Crown Jewel  – 2002)

O Reino de Cordina é um principado ( como o Principado de Mônaco) e as histórias giram em torno da Casa de Bisset, dos relacionamentos, sequestros e traições, ciúme, disputas, interligadas pelos filhos, filha e neta do Príncipe Armand de Cordina. Incluindo uma participação “especial” de Chantel O’Hurley ( da série O’Hurleys) no livro O Príncipe Playboy.


O LEGADO DOS DONAVAN



Cativado (Captivated);
Fascinado (Entranced);
Encantado (Charmed);
Enfeitiçado (Enchanted).

Os personagens principais, nos quatro livros são Morgana Donovan e Nash; Sebastian Donovan e Mary Ellen Sutherland ; Anastácia Donovan e Boone Sawyer; Liam Donovan e Rowan Murray